Otelo quando fala é assim, tão grave como quando diz Zaratrusta " Deus está morto", e tremem os céus, as terras, os mares…
O 25 de Abril foi tão bom, ai que bom, saberá a chocolate? E os lambões lambuzando-se desse chocolate, e no gozo que lhes fica de tão elevado paladar, a fazerem-nos caretas, a deitarem-nos a língua de fora…
Que medo de Otelo, que medo dos militares, que medo das foices afiadas do povo!
Vá, continuemos a sorrir, a anuir, a abaixar as orelhas, a dizer amém por debaixo das patorras de Sarkozy e de Merkel e do deus mercado…para que se cumpra o destino dum país...incapaz de se fazer ouvir!
Bernardete Costa
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